No final de semana em que iniciou comemorando seu aniversário em família e sendo o mais veloz de seu grupo no Q1, Cacá Bueno analisou as dificuldades enfrentadas na sequência do final de semana no Autódromo Velocitta, palco da sexta etapa da temporada da Stock Car. O piloto da Scuderia Chiarelli mira um segundo semestre forte, mas antes acredita que precisa conseguir fazer o carro render bem em pistas com menor aderência e muitas curvas de baixa velocidade.

“Final de semana de automobilismo é assim. Na hora que terminou o Q1 em primeiro, eu falei, cara, vai ser um belo final de semana e depois meio que as coisas desandaram. Terminar com o 14º lugar com um carro que não tinha um ritmo forte. No final até era razoável ali, pude passar alguns carros, me divertir um pouco, mas eu não tinha um bom ritmo”, analisa Cacá, que tem os patrocínios de Betnacional, Capital Concreto, PicPay, ACDelco, SpeedMax Pneus, Pneu Store, Milwaukee, Turbi e Chevrolet.
“A gente tem que tentar entender por que nosso carro sofre nesse tipo de condição. Calor, pista abrasiva, de baixa aderência e curvas lentas. É uma tempestade perfeita para a gente. A gente andou bem em Cascavel, pista que não gasta pneu e tem curvas de alta. A gente andou rápido em Goiânia”, seguiu o piloto.
“Mas a gente sofreu na classificação em Interlagos, com tração, a gente sofreu em Cuiabá, mas lá ainda tinha um setor de alta que deu pra defender, a gente terminou com o oitavo lugar. Mas mesmo em Cuiabá nós perdemos a chance de vitória no setor de baixa. E aqui só tem curva de baixa e calor, curva de baixa e pouca aderência, aqui é tudo que o meu carro não gosta e a gente precisa melhorar o carro nessas condições, porque vêm mais pistas como essa pela frente”, completa Cacá.
A Stock Car tem prosseguimento daqui dois finais de semana com a sétima etapa da temporada 2026, marcada para o Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul.


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