O retorno da MotoGP ao Brasil em 2026 também trará iniciativas voltadas à sustentabilidade. A etapa brasileira do campeonato contará com uma estrutura dedicada à coleta e destinação ambientalmente correta do Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado (OLUC) gerado pelas motos durante a competição.
O Grande Prêmio do Brasil de MotoGP 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, e será válido como segunda etapa do campeonato mundial.
Após mais de duas décadas fora do calendário nacional, a volta da principal categoria da motovelocidade mundial recoloca o país no circuito global do esporte e também reforça práticas ambientais na organização do evento.

Coleta e rerrefino garantem destinação correta do resíduo
Durante a competição, todo o óleo lubrificante utilizado pelas equipes será coletado e encaminhado para rerrefino pela Lwart Soluções Ambientais, responsável pela gestão desse resíduo na etapa brasileira.
O OLUC é o resíduo gerado após o uso do lubrificante em motores e equipamentos. Depois de cumprir sua função, ele precisa receber destinação adequada. Quando descartado de forma incorreta, apenas um litro pode contaminar até um milhão de litros de água, o que evidencia a importância de um sistema eficiente de coleta e tratamento.
Por meio do processo de rerrefino, o óleo usado retorna ao ciclo produtivo na forma de óleo básico, matéria-prima utilizada na fabricação de novos lubrificantes, integrando a cadeia da logística reversa e contribuindo para a economia circular.
Estrutura técnica acompanha exigência da MotoGP
A organização do Grande Prêmio do Brasil de MotoGP 2026 envolve uma operação técnica complexa que vai além do espetáculo nas pistas. A gestão adequada dos insumos utilizados durante o evento faz parte da estrutura operacional necessária para atender aos padrões internacionais da categoria.
Nesse contexto, a coleta e a destinação correta do óleo lubrificante utilizado pelas motos passam a integrar a dinâmica da competição, garantindo conformidade ambiental em um cenário de alta exigência técnica.
Segundo João Vianney, a participação da empresa na etapa brasileira reforça a presença da companhia em grandes eventos do esporte a motor.
“A presença da Lwart na etapa brasileira do maior evento de motovelocidade do mundo reforça a conexão da empresa com grandes operações do esporte a motor. Estar em um evento desse porte, com visibilidade internacional e alto nível de exigência técnica, demonstra nossa capacidade de atuar em operações complexas”, afirma o executivo.
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Retorno da MotoGP amplia visibilidade internacional do Brasil
A volta da MotoGP ao país representa um marco que vai além do aspecto esportivo. O evento também se consolida como uma vitrine internacional para o Brasil no universo do esporte a motor, reunindo tecnologia, inovação e alto desempenho.
Com iniciativas de sustentabilidade e gestão ambiental, a etapa brasileira busca alinhar o espetáculo das pistas a práticas responsáveis, reforçando a importância de operações estruturadas em eventos de grande porte.


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