Bruno Senna, enfim, andou com a McLaren MP4/4, carro que deu a Ayrton Senna, tio do piloto que atualmente corre no Mundial de Endurance, o primeiro dos três títulos mundiais, em 1988, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP). A ação aconteceu no início da tarde deste domingo (17), horas antes da largada do Grande Prêmio do Brasil, penúltima etapa da temporada 2019 da Fórmula 1.
“A sensação é muito boa, pois, na quinta-feira, a gente já fez isso e foi uma sensação incrível. Andar nesse carro é sempre incrível. Mas em Interlagos, e com essa torcida, com 70 mil pessoas, é demais”, disse Bruno, em entrevista exclusiva para RACING, neste domingo. O atual piloto da equipe Rebellion no FIA WEC também destacou as peculiaridades do modelo, em comparação com os carros atuais.
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“Esse carro tem muita potência. Como esse carro está liberado, ele tem 1.200 cavalos, que é bem mais potência que os carros de hoje. Mas não é como um carro moderno, ele não tem uma resposta de motor limpa. Ele vem, a turbina enche, e a potência vem de uma vez. Parece que você toma um coice de cavalo nas costas. E tudo é muito mais frágil, você tem que tomar muito mais cuidado” disse Bruno.
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“Então a gente tem que admirar os pilotos daquela época, pois eles tinham que andar rápido e cuidar do carro. Não só de freios e pneus, como hoje em dia, mas de câmbio, motor, todas as partes mecânicas do carro. Qualquer coisinha que você fazia, não terminava a corrida, e hoje em dia a gente está muito ‘mimado’”, completou o sobrinho de Ayrton Senna.
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