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Agora na McLaren, Sette Câmara relembra academia da Red Bull

Autor: Leonardo Marson


Recém-contratado como piloto de desenvolvimento da McLaren na Fórmula 1, Sérgio Sette Câmara acredita que não estava totalmente preparado para ser integrante do programa de pilotos da Red Bull, do qual fez parte na temporada de 2016, quando disputou o Campeonato Europeu de Fórmula 3. Apesar disso, o mineiro, que conversou com jornalistas no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (8), crê que esta experiência foi importante para o avanço na carreira.

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“A auto-análise que eu fiz depois de sair do programa da Red Bull foi que, enquanto eu estava lá, na verdade, depois do fim da temporada, foi que eu tinha errado. Não errado, mas eu não estava pronto para aquela oportunidade. O psicológico, achar que era o tudo ou nada… Na verdade, tinha muita coisa para acontecer. Ter calma, entender que, o que importa, é o resultado”, disse Sette Câmara, lembrando de problemas que teve ao longo do ano, e a forma como os encarou.

“Esse ano aconteceram muitas coisas: meu carro quebrou muito, eu quebrei meu braço e perdi duas corridas, mas ninguém lembra disso, ninguém nunca fala. E eu não reclamo. O que importa é o resultado no final do ano, e eu já sei disso para essa temporada e também para a próxima. A gente precisa levar o carro até o final da corrida, pontuar, entender com disputar um campeonato”, seguiu o piloto, que atua na Fórmula 2, categoria de acesso ao principal campeonato do automobilismo mundial.

“Essas coisas eu não aprendi tanto no kart, pois, a partir do momento em que eu fui para a Europa, a gente teve muita dificuldade para encontrar uma equipe que me recebesse e que fosse competitiva. Fiquei muito tempo sem disputar um campeonato, sem contar ponto, e isso eu consegui agora. Essas coisas eu aprendi com o programa da Red Bull”, completou Sette Câmara, que ainda não possui um programa definido pela McLaren para trabalhar com o time, tendo feito apenas um teste em simulador.

Foto: FIA Formula 2


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